Ibovespa sobe forte com exterior e dólar cai abaixo de R$ 5,10; Banco Inter (BIDI11) e BRF (BRFS3) saltam mais de 10%

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13h45 – B3 (B3SA3) tem queda de 15,3% no seu principal segmento de receita

A B3 (B3SA3) destacou em teleconferência com analistas que o mercado de ações e instrumentos de renda variável listados, que representam 44% da receita da companhia, sofreu queda de 15,3% no ADTV (average daily trading volume; em português, volume médio de negociações diárias) de ações à vista em relação ao mesmo período do ano passado.

Segundo a empresa, o resultado é fruto do menor giro de mercado (turnover) do período, dada uma maior volatilidade relacionada ao cenário político do Brasil e a segunda onda da Covid-19.



13h42 – Todos os índices setoriais trabalham em forte alta neste momento

A fila é puxada pelo de Materiais Básicos (IMAT), com mais 3,88%; seguido por Industrial (INDX), alta de 3,21%; Consumo (ICON), mais 2,47%; Imobiliário (IMOB), que avança 2,40%; Utilidade Pública (UTIL), com mais 1,58%; Energia Elétrica (IEE), subindo 1,19%; e Financeiro (IFNC), que sobe 0,95%.



13h32 – B3 (B3SA3) ressalta o maior nível de juros dos últimos 5 anos

Na apresentação dos resultados do 1T22 a analistas de mercado, André Milanez, diretor-executivo financeiro, administrativo e de relações com investidores da B3 (B3SA3), disse que “o ano de 2022 começou com aumento do nível de incertezas nos mercados globais”.

O executivo ressaltou a escalada do conflito na Ucrânia e “preocupações inflacionárias atingindo as principais economias do mundo”.

Segundo ele, no Brasil, essas preocupações já vem há algum tempo. “A autoridade monetária já tinha iniciado um movimento de aperto com alta dos juros. A taxa Selic está próxima de 13%, maior nível de juros que vimos nos últimos cinco anos”.

Milanez destacou que a realidade brasileira do ciclo de aperto monetário é “um pouco diferente da realidade nas outras economias, que estão iniciando esse ciclo”.



13h28 – Dasa (DASA3): Credit Suisse diz que resultados tiveram uma “correção rápida” no 1T22

“Uma correção rápida em relação ao 4T21, mas ainda aumentando as operações hospitalares”, alerta a análise.

Assim como os demais grupos hospitalares em expansão, a empresa vive os efeitos transitórios do ramp-up, que impedem rápidas melhorias nos tickets, ocupação e margens. No caso da Dasa, a capacidade hospitalar quase dobrou nos anos 2021 e 2022, destaca o Credit.

“Apesar disso, a empresa apresenta bons sinais de melhoria de desempenho e eficiência operacional. Vemos um potencial relevante do negócio hospitalar, dado o espaço para otimizar tanto a base hospitalar original quanto a nova”, diz. “O negócio de diagnósticos está mais maduro e competitivo”.

O rating da ação é outperform (desempenho acima da média do mercado), com preço-alvo de R$ 32,00. No momento, DASA3 sobe 4,77%, a R$ 19,10.



13h22 – Mudança de cálculo do capital para risco de crédito dever ser positiva para grandes bancos, avalia BBI

A mudança deve reduzir a exigência de capital do sistema em R$ 3,8 bilhões, pois linhas de créditos de menor risco terão uma exigência exigência mais baixa de capital.

“Embora o impacto da nova regra para cada instituição deva ser determinado por sua carteira de crédito, essa notícia deve ser positiva para os bancos incumbentes, que estão relativamente mais expostos a linhas de crédito menos arriscadas em comparação com as fintechs”, analisa o BBI.



HORA DO MERCADO

13h18 – Ibovespa avança 1,94%, aos 107.736 pontos; dólar cai mais de 1% e opera abaixo dos R$ 5,10

O principal índice da bolsa brasileira tem forte alta na sessão desta sexta-feira, enquanto o dólar tem expressiva queda, em meio à sessão de trégua dos mercados internacionais.

A moeda brasileira e o principal índice da bolsa paulista aceleraram os ganhos logo depois da abertura de Wall Street, que tinha a Nasdaq em disparada de mais de 3% sob a batuta de uma recuperação de ações de crescimento – as mesmas que têm estado sob intensa pressão diante do aumento dos juros no mundo. (ver nota das 12h54)

Por aqui, investidores repercutem também a publicação de diversos balanços trimestrais. Yduqs (YDUQ3), que publicou resultado nesta quinta, registra avanço de cerca de 10% de suas ações, enquanto Cogna (COGN3) opera entre leves ganhos e perdas, após o balanço.

As ações ordinárias da Locaweb (LWSA3), que divulgou seu resultado ontem, amenizam a alta de quase dois dígitos registrada mais cedo, mas ainda avançam cerca de 6%. Já a maior alta do índice fica para o Banco Inter (BIDI11), com os ativos subindo cerca de 12% em um dia de salto das fintechs e também com a notícia de que seus acionistas aprovaram a migração para a Nasdaq. Os investidores também vão atrás de “pechinchas” e a BRF (BRFS3), que tem uma das maiores quedas do ano, sobe cerca de 10% na sessão.

As altas da Vale (VALE3) e da Petrobras (PETR3;PETR4) também ajudam a puxar o índice, com as ações seguindo o movimento dos preços commodities. Entre as poucas quedas, estão as ações de B3 (B3SA3), com baixa de cerca de 2% após resultado considerado levemente negativo.

O contrato do dólar futuro com vencimento em junho recua 1,27% frente ao real, a R$ 5,096. O dólar comercial cai 1,42%, a R$ 5,066 na compra e R$ 5,067 na venda, voltando ao patamar abaixo de R$ 5,10.

No mercado de juros futuros, o DI com vencimento em janeiro de 2023 vê sua taxa subir um ponto-base, para 13,40%. O DI para 2025 fica estável, a 12,52%. Na ponta longa, os DIs para 2027 e 2029 têm leves altas dos yields, de um ponto-base, para 12,32% e 12,42% respectivamente.



13h08 – Tupy (TUPY3): Itaú BBA destaca o Ebitda do 1T22  

O resultado foi positivo, segundo o BBA, acima das estimativas, com destaque para a linha de Ebitda e sólida melhora nas margens. “Esperamos que a Tupy continue aumentando a lucratividade da Teksid e desbloqueando sinergias para a empresa como um todo ao longo do caminho, mas pode ser uma estrada acidentada no curto prazo, pois ventos contrários – como falta de suprimentos e inflação de matéria-prima – ainda não terminaram”.

A classificação da ação é outperform (desempenho acima da média de mercado), com preço-alvo de R$ 27,00. Neste instante, TUPY3 sobe 4,70%, a R$ 20,92.



12h56 – MRV (MRVE3) diz que desempenho do Casa Verde e Amarela está “muito abaixo do histórico”



12h54 – Ações de tecnologia disparam em Nova York e em São Paulo

Em Nova York, PagSeguro (PAGS) sobe 19,32%, refletindo no BDR (PAGS34) aqui no Brasil , que sobe 18,77%. O cenário também dá à Stone (STNE) alta de 16,32 na bolsa norte-americana, com o ativo no Brasil (STOC31) ganhando 19,56%.

O Nubank também ganha em dia favorável ao setor. Em NY (NU), avança 14,25%, e no Brasil (NUBR33) ganha 13,53%.

Na bolsa brasileira, as units Banco Inter (BIDI11) ganham 9,11%, após acionistas aprovarem proposta de reorganização societária e migração para a Nasdaq; enquanto a Locaweb (LWSA3) ganha 5,90%, após balanço do 1T22.

Na contramão, outras que soltaram balanço ontem caem, como B3 (B3SA3), queda de 2,61%; e Infracommerce (IFCM3), menos 3,47%.



12h50 – Americanas (AMER3) tem plano ambicioso para evoluir ads, diz CEO

Marcio Cruz, CEO da Plataforma Digital da Americanas (AMER3) afirmou que a empresa olha para os ads (espaços publicitários) como “uma grande oportunidade de negócios”. Segundo ele, há uma oportunidade de multiplicar em cinco o volume de ads que a empresa está fazendo. Hoje os ads correspondem a 5% do GMV (volume bruto de mercadorias).

Segundo o CEO da Plataforma Digital, uma vantagem é ter todas as informações de clientes e até não clientes que navegam no digital. O plano ambicioso da empresa para o segmento já está em curso. A Americanas quer avançar na evolução de motores de recomendação de buscas, disposição de produtos e iniciativas combinando plataformas do físicos e do digital.

Já foi iniciado o piloto em 12 lojas de mídia out of home. “O fornecedor pode, por exemplo, fazer lançamento de um produto impactando milhões de pessoas nas plataformas física e digital de forma segmentada nos dois lados”, destaca Marcio Cruz.



12h44 – RADAR – COGN3 registra lucro 58% maior; Bolsonaro ameaça ir à Justiça para reduzir preço do combustível



12h37 – Americanas (AMER3): alta de juros e inflação não nos assusta, diz CEO

Em teleconferência de resultados nesta sexta-feira (13), o CEO da Plataforma Digital da Americanas (AMER3), Marcio Cruz afirmou que o país vive um “período de ajustes” com as altas taxas de inflação e de juros, mas que isso “não assusta” a Americanas.

“Nosso modelo tem se provado resiliente quando observamos a nossa histórica. Somos bem menos dependentes dos tíquetes mais altos, que sofrem mais nesses períodos de juros e inflação altos”, afirmou.

Ele destaca que os efeitos de juros e inflação já estão nos resultados do 1T22 e, mesmo assim, a Americanas cresceu numa taxa acima da média dos principais players tanto em GMV (volume bruto de mercadorias) quanto de base de clientes, transações e quantidade de itens.



12h33 – Americanas (AMER3) diz que mudou patamar de entregas rápidas no 1T22

Com a combinação das operações, a Americanas (AMER3) avança na entrega rápida de produtos para os clientes.
Segundo Raoni Lapagesse, diretor de relações com investidores da empresa, as lojas se tornaram importante hub de distribuição, ampliando o “ship from store” para 900 lojas.

A Americanas registrou, até o 1T22, 35% das entregas feitas em até 3h (um ano atrás era de 14%). Já as entregas até 24h atingiram 59% do total (versus 44% um ano atrás).



12h18 – Americanas (AMER3): crescimento da plataforma digital poderia ser de 30% sem ataque hacker

O GMV (volume bruto de mercadorias) da plataforma digital da Americanas (AMER3) cresceu 20% no 1T22, um resultado positivo e sob uma base de comparação forte na avaliação de Raoni Lapagesse, diretor de relações com investidores da empresa.

Mas, caso não tivesse ocorrido o ataque hacker na plataforma em fevereiro deste ano, a companhia estima que o GVM teria tido crescimento de 30%.

“O GVM do trimestre foi impactado pelo incidente de segurança. Mas vimos o rápido ritmo de vendas ser retomado nas semanas seguintes. Nossos clientes continuaram comprando com a gente”, afirmou Raoni.



12h00 – Tíquetes do presencial têm leve queda e do digital se mantêm estáveis, diz Cogna (COGN3)

Segundo a diretoria da Cogna, os tíquetes médios de captação do presencial tiveram uma ligeira queda no primeiro trimestre de 2022, de menos de 2%.

De acordo com os executivos, o volume presencial está crescendo de forma mais acelerada em produtos com valor menor, o que explica a queda no tíquete. No digital, a diretoria disse não ver perda de tíquete, ressaltando que há maior penetração do semipresencial.

Questionado sobre o repasse de preços em cursos de medicina, o CEO da Cogna, Roberto Valério, afirmou que não tem visto dificuldades de repassar gastos na empresa, talvez por conta da distribuição das praças. Para veteranos, a empresa conseguiu repassar a inflação na rematrícula  e há repasses também para alunos novos.



11h56 – Margem de lucro deve continuar a subir nos próximos trimestres, diz Cogna (COGN3)

Em teleconferência de apresentação de resultados, o CFO da Cogna, Frederico da Cunha Villa, afirmou que a margem vem subindo pela mudança de mix, com mais produtos complementares com margens maiores.

Ele disse esperar que o ganho recorrente de margem do primeiro trimestre se mantenha nos próximos, chegando a um patamar superior ao de 2020. Segundo o balanço, a margem da Cogna subiu 5,9 pontos percentuais no primeiro trimestre de 2022, a 36,4%.



11h55 – Ponta longa da curva de juros vira e passa a subir: DI para 2027 tem sua taxa avançando um ponto-base, para 12,32%; DI para 2029 tem rendimento subindo dois pontos, para 12,42%



11h53 – Itaú BBA entende que 1T22 da CPFL Energia (CPFE3) foi positivo

O Ebitda recorrente da CPFL superou a estimativa do BBA e apresentou forte crescimento anual, mais uma vez liderado pelo negócio de distribuição e também impulsionado pelo segmento de transmissão, após a incorporação da CEEE-T.

A classificação da ação é outperform (desempenho acima da média de mercado), com preço-alvo de R$ 39,70. No momento, o ativo sobe 4,16%, a R$ 35,33.



11h47 – Desempenho da CCR (CCRO3) no 1T22 veio em linha com o esperado pelo mercado, diz Levante Investimentos

Isso em termos de receita líquida e Ebitda, “tendo também reportado números bastante poluídos em decorrência de um reconhecimento de receita atípico no período”.

Com relação ao seu desempenho operacional, a Levante destaca o aumento de 5,6% na base anual do tráfego de veículos consolidado. Tal crescimento é explicado, em parte, pela base de comparação distorcida devido ao início da segunda onda da pandemia no 1T21.

“A CCR divulgou um resultado em linha com o consenso de mercado, de modo que esperamos um impacto neutro a marginalmente negativo no preço de suas ações no curto prazo, dado ao seu resultado líquido negativo pós-ajustes”, resume.

No momento, CCRO3 é negociado em alta de 1,71%.



11h45 – Levante Investimentos enxerga como fraco o 1T22 da Rede D’Or (RDOR3)

“A companhia apresentou um resultado fraco, com o bom crescimento de receitas não sendo suficiente para contrabalancear números baixos de Ebitda e lucro líquido e a redução em suas margens operacionais”, resume.

Segunda os analistas, a Rede D’Or continua apresentando uma tendência de crescimento acelerado em suas receitas, porém com dificuldades para a manutenção de margens saudáveis e para apresentar a evolução das sinergias operacionais com os hospitais que vêm sendo adquiridos, segue. “Apesar dos números fracos, acreditamos que, em sua grande maioria, eram esperados, e que não devem ser gatilhos para o comportamento das ações no curto prazo”.



11h43 – Bolsas americanas veem altas acelerarem: Dow Jones avança 1,32%, aos 32.150 pontos

S&P 500 e Nasdaq sobem, respectivamente, 2,12% e 3,32%.



11h38 – UBS ressalta que 1T22 da B3 (B3SA3) foi impactado pela aquisição Neoway

A queda no lucro líquido perda deveu-se principalmente a despesas acima do esperado, incluindo pessoal, processamento de dados e terceiros, também impactado pela inclusão da Neoway; e alíquota efetiva de imposto em 28%.

Entretanto, esses efeitos foram parcialmente compensados por receitas acima do esperado principalmente em listados; e tecnologia, dados e serviços, devido ao reajuste anual de preços e ao fator Neoway.

O UBS recomenda a compra de B3SA3, com preço-alvo de R$ 17,50. No momento, há uma queda de 1,93%, para R$ 11,67.



11h36 – Ações do Nubank ([ativo=NUBR34]) avançam mais de 17% na Nyse



11h34 – Magazine Luiza (MGLU3) lança fintech com empréstimo pessoal e cartão de crédito para empresas



11h29 – Para Bradesco BBI, recuperação das margens da Locaweb (LWSA3) ainda é tímida,

Mas resultados do 1T22 estão dentro do esperado e foram considerados neutros, “pois as estimativas de Ebitda já foram revisadas materialmente para baixo nas últimas semanas – o consenso agora é de R$ 156 milhões, muito mais próximo dos nossos R$ 162 milhões para 2022”.

Assim, segundo o BBI, parece que o mercado já antecipou o cenário mais difícil para as margens, como evidenciado pelo desempenho muito fraco das ações no passado recente, com LWSA3 caindo até 27% em maio.

A classificação é underperform (desempenho abaixo da média do mercado), com preço-alvo de R$ 7,00 e upside de 33%. No momento, o ativo dispara 9,90%, indo a R$ 5,78.



11h21 – Bradesco BBI ressalta que 1T22 da B3 (B3SA3) foi levemente negativo

A incorporação da Neoway deve pesar um pouco no opex/capex de curto prazo. Daqui para frente, segundo o banco, o foco principal deve continuar sendo a sustentabilidade dos volumes diante de uma incerteza ainda sobre o impacto das taxas de juros, especialmente porque os números de abril já mostraram números sequenciais mais fracos com a saída considerável de investidores estrangeiros.

Do lado positivo, a avaliação não parece cara com a negociação da B3 em 14x na relação preço/ganhos em 2022.

A classificação da ação é outperform (desempenho acima da média de mercado), com preço-alvo de R$ 15,00, com upside de 26%. No momento, é negociada a R$ 11,70, queda de 1,68%.



11h12 – Morgan Stanley destaca que provisões de inadimplência aumentaram no 1T22 tanto para CPFL Energia (CPFE3) quanto para Energisa (ENGI11)

A CPFL apresentou resultados dentro do esperado, enquanto a Energisa superou as estimativas do Morgan Stanley, principalmente devido a volumes acima do esperado e despesas gerenciáveis.

“Embora as provisões de inadimplência tenham aumentado para ambas as empresas no trimestre, elas conseguiram entregar um aumento abaixo do IPCA nas despesas gerenciáveis”, destaca a análise. “Ambos os nomes estão entre os nossos favoritos – CPFL sustentado por um atraente rendimento de dividendos; e Energisa, por uma avaliação altamente descontada”.

No momento, ambas sobem na bolsa: CPFE3 tem mais 2,89% e ENGI11, mais 1,09%.



HORA DO MERCADO

11h09 – Ibovespa avança 1,69%, aos 107.468 pontos

O principal índice da bolsa brasileira viu sua alta se consolidar após a primeira hora do pregão desta sexta-feira e acompanha a performance do mercado americano – por lá, Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq avançam, respectivamente, 1,01%, 1,85% e 3,04%.

O dia é marcado pela recuperação das bolsas no exterior, apesar de as altas, até então, não apagarem as quedas da semana.

Além disso, o fato de a confiança do consumidor americano ter tido uma leitura menor do que o esperado também ajudou as bolsas, com a perspectiva de que pode haver um recuo do consumo e, decorrentemente, da inflação.

Por aqui, investidores repercutem também a publicação de diversos balanços trimestrais. As ações ordinárias da Locaweb (LWSA3), que divulgou seu resultado ontem, têm a maior alta do índice, avançando 8,57%. A Yduqs (YDUQ3), que também publicou resultado nesta quinta, vem logo atrás, com alta de 6,49%.

As altas da Vale (VALE3) e da Petrobras (PETR3;PETR4) também ajudam a puxar o índice, com as ações seguindo o movimento dos preços commodities.

O dólar futuro recua 0,46% frente ao real, a R$ 5,138. O dólar comercial cai 0,53%, a R$ 5,112 na compra e a R$ 5,113 na venda.

A curva de juros cai em bloco, após oscilar no pré-mercado. O DI com vencimento em janeiro de 2023 vê sua taxa recuar dois pontos-base, para 13,38%. O DI para 2025 tem seu rendimento caindo sete pontos, para 12,45%. Na ponta longa, os DIs para 2027 e 2029 tem seus yields caindo, respectivamente, quatro e três pontos-base, para 12,28% e 12,37%.

Entre as maiores quedas do Ibovespa, estão as ações unitárias da SulAmérica (SULA11), as ordinárias da Rede D’Or (RDOR3) e as ordinárias da B3 (B3SA3).

A SulAmérica cai 6,81% após forte alta da véspera. As outras duas são impactadas pelas publicações de seus resultados trimestrais – a rede de hospitais recua 2,44% e a B3, 2,10%.



11h00 – EUA: Confiança do consumidor, medida pela Universidade de Michigan, tem leitura de 56,3 em maio, ante consenso de 63



10h58 – Bradesco BBI entende que brMalls (BRML3) teve um 1T22, mas foco ainda é fusão

Os resultados superam todas as estimativas e confirmam as tendências operacionais e financeiras positivas que o setor vem apresentando. A BrMalls apresentou forte aluguel mesmas lojas (SSR, na sigla em inglês), de 37%, e a menor vacância do setor com 2,4%, destaca o BBI.

“No entanto, o foco principal dos investidores provavelmente permanecerá nos desdobramentos da fusão com a Aliansce Sonae (ALSO3), que será votada em assembleia geral em 8 de junho e que esperamos que seja aprovada”.

A relação BRML/ALSO está sendo negociada com desconto de 4,9% em relação à troca de ações proposta, então o BBI vê a empresa combinada negociando a 9,3x EV/Ebitda (sem sinergias), o que é considerado atraente.

A classificação é neutra para a BRML3, com preço-alvo de R$ 11,00 e upside de 24%. No momento, é negociada a R$ 8,87, alta de 0,34%.



10h51 – Busca por serviços de oncologia já não sofre com impacto da pandemia, diz Rede D’Or (RDOR3)

Em teleconferência de apresentação de resultados, o CEO da Rede D’Or, Paulo Junqueira Moll, afirmou que no início da pandemia houve um impacto também sobre a oncologia.

Naquele momento, sem vacinas, havia receio de procurar serviços de saúde. Esse efeito, no entanto, não permaneceu nas ondas seguintes, inclusive a da variante Ômicron. Assim, a oncologia continua crescendo, integrando serviços de diversos hospitais.



10h50 – Ser Educacional (SEER3) tem resultados mistos, diz XP

Do lado positivo, a Ser Educacional (SEER3) registrou aumento de 24% ao ano na receita (em linha com a estimativa da XP), que foi sustentado por tickets médios estáveis e crescimento de volume orgânico e inorgânico.

Do lado negativo, a margem Ebitda ajustada da empresa comprimiu 4,8 ponto percentual ao ano (o que deve se reverter no 2T22) e as despesas financeiras eliminaram totalmente o lucro.

“Apesar de nossa visão sobre estes resultados trimestrais, reforçamos nossa recomendação de compra para a ação com base nas perspectivas de crescimento e no múltiplo (P/L de 6,8x para o final de 2023)”, destacam os analistas da XP. O preço-alvo é de R$ 18,20.



10h47 – Americanas (AMER3) desponta como vencedora do setor após balanço e ação dispara, mas analistas ainda reiteram cautela



10h46 – Units do Banco Inter (BIDI11) figuram entre as maiores, subindo 5,89%, a R$ 15,11, após aprovação de reorganização societária e migração da Nasdaq



10h44 – Ser Educacional (SEER3) tem trimestre fraco, avalia Morgan Stanley

A receita da Ser Educacional (SEER3) cresceu 24% no primeiro trimestre impulsionada pelo movimento de M&A (fusão e aquisição), mas o destaque negativo foi a redução de 4,8 ponto percentual nas margens, sendo que a SER é a única empresa com Ebitda em queda no setor, segundo o Morgan Stanley.

Os analistas destacaram que o ticket médio continua pressionado (-20% no ano). A receita de R$ 380 milhões (+24% a/a), foi ligeiramente acima da expectativa e em linha com o consenso.

A SER aumentou as mensalidades para todos os alunos, mas os preços líquidos caíram 20%, impactados pelo mix, descontos para reter alunos mais velhos e também pelo aumento na entrada de alunos (principalmente impulsionado pelo M&A).

O rating é de equal-weight (na média do mercado), com preço-alvo de R$ 11,80.



10h42 – Guararapes/Riachuelo (GUAR3) teve um 1T22 negativo, entende o Itaú BBA

“Guararapes apresentou números suaves no 1T22 que ficaram praticamente em linha com nossas estimativas de receita e margem bruta, mas ficaram aquém das nossas expectativas de Ebitda, principalmente na divisão de varejo”, diz o BBA.

“Os números do 1T22 foram suaves no geral, com crescimento da receita da divisão de varejo abaixo da média do espaço, o que, aliado à pressão das despesas, contribuiu para a compressão da rentabilidade”, conclui.

A classificação para a ação é de market perform (desempenho na média do mercado),com preço-alvo de R$ 10,00. A ação avança 2,15%, a R$ 8,55.



10h41 – Ações ON da MRV (MRVE3) sobem 1,54%, a R$ 9,86, apesar das margens pressionadas no trimestre



10h38 – Itaú BBA destaca melhor qualidade de crédito no 1T22 do Banrisul (BRSR6)

Apesar de a receita ter vindo abaixo do esperado, ela foi compensada por menores provisões e despesas administrativas, além da já mencionada melhor qualidade de crédito. Os custos de financiamento continuaram a pressionar os NIMs, como esperado. “Permanecemos à margem do Banrisul porque, apesar das avaliações descontadas, acreditamos que carece de potenciais gatilhos positivos”, diz o BBA.

A classificação é market perform (desempenho na média do mercado),com preço-alvo de R$ 15,00. No abertura do mercado, a ação despenca 5,86%, a R$ 10,12.



10h37 – Ações ON da Yduqs (YDUQ3) saltam 7,54%, a R$ 16,25, com sinais de recuperação registrados no trimestre



10h34 – Rede D’Or (RDOR3) vem reduzindo custos e melhorando indicadores, afirma diretoria

Em teleconferência de apresentação de resultados, o CEO da Rede D’Or, Paulo Junqueira Moll, afirmou que a empresa vem conseguindo reduzir custos unitários de insumos, o que tem impacto positivo sobre a margem. Isso ocorre apesar de a empresa ter hoje um “perfil mais cirúrgico”. Segundo o executivo, isso começa a ser visto nos números do primeiro trimestre e em abril.

Em cirurgias, a empresa vem conseguindo não só queda de preços unitários com fornecedores como melhorando protocolos junto às equipes médicas, de forma a melhorar a eficiência. Assim, o indicador insumos sobre receita tende a melhorar.

O CFO Otávio Garcia Lazcano afirmou que em seu planejamento a empresa se descapitaliza muito rápido, e que a empresa deve se desalavancar para 1,5 vez em 2025. Uma vez concluída a incorporação da SulAmérica, a empresa se beneficiará da “situação líquida de caixa da empresa”.



10h33 – Bolsas americanas abrem em alta, se recuperando de quedas recentes

  • Dow Jones avança 0,89%, aos 32.012 pontos
  • S&P 500 sobe 1,28%, aos 3.980 pontos
  • Nasdaq tem alta de 1,89%, aos 11.585 pontos


10h32 – Período de permanência cai no primeiro trimestre com pandemia mais controlada, diz Rede D’Or

Questionado sobre o perfil do paciente no primeiro trimestre, o CEO da Rede D’Or, Paulo Junqueira Moll, afirmou que houve bastante giro de pacientes com permanência menor, em especial levando em conta a rotatividade atípica por conta das internações por Covid. O perfil também é de menor complexidade, o que impacta o tíquete.

Em relação a Capex, disse que o custo das obras está em linha com o orçado, apesar da alta das matérias-primas. A compensação passa por fatores como arquitetura e definição de materiais e acabamento, buscando um nível de eficiência cada vez maior.



10h31 – Ações ON da Americanas (AMER3) sobem 4,81%, a R$ 23,76, com sólido crescimento no primeiro trimestre



10h30 – Tesouro Direto: mesmo com pressões inflacionárias no radar, retornos de prefixados recuam para até 12,68%

No Tesouro Direto, os juros oferecidos pelos títulos públicos apresentam recuo nas taxas, em sua maioria, na manhã desta sexta-feira (13). A queda maior é vista entre papéis de prazo maior. Caso do Tesouro Prefixado 2033, em que o retorno caía de 12,71%, na sessão anterior, para 12,68%, às 9h20 de hoje.

Entre os prefixados, apenas as taxas oferecidas pelo papel com vencimento em 2025 operavam em alta, às 9h20. Nesse horário, a remuneração entregue pelo título estava em 12,62%, acima dos 12,58% da véspera (12).



10h27 – Ações ordinárias da B3 (B3SA3) recuam 3,11%, a R$ 11,53, após resultados ligeiramente negativos



10h24 – Ações ON da Cogna (COGN3) sobem 3,83%, a R$ 2,71, com retomada de receitas e recuperação de margens



10h24 – Bradesco BBI entende que o Banrisul (BRSR6) teve um 1T22 fraco

Apesar disso, o BBI reconhece que o principal fator foi o aumento das despesas de provisão, devido à maior recuperação de créditos já baixados, e destaca que a receita líquida de juros recebeu pequenos benefícios dessas recuperações.

Por sua vez, as outras despesas sofreram um forte impacto com a menor receita de reversão de provisões cíveis.

“Seguimos cautelosos com o crescimento da receita do Banrisul, principalmente porque a taxa Selic mais alta tende a continuar pressionando sua expansão”, diz o BBI, que mantém a classificação neutra para a ação, com preço-alvo de R$ 12,00 e upside de 12%.



10h21 – Ações ordinárias da Locaweb (LWSA3) lideram ganhos do Ibovespa, disparando 9,52%, a R$ 5,75, após balanço



10h18 – Ibovespa avança 0,62%, aos 106.370 pontos, acompanhando exterior.

Dia é marcado pela falta de gatilhos para altas ou baixas, sem grandes publicações de dados econômicos no cenário interno. Investidores monitoram, então, a performance do exterior, destaque para a publicação da confiança do consumidor dos EUA de maio bem como palestras de diretores do Federal Reserve.



10h17 – Ações ON e PN da Petrobras (PETR3;PETR4) sobem, respectivamente, 0,46%, a R$ 36,75, e 0,71%, a R$ 34,07, acompanhando alta do petróleo



10h16 – Credit Suisse entende que EzTec (EZTC3) apresentou resultados “um pouco fracos” no 1T22

Os números foram marcados por margens brutas abaixo de 40%, em função da pressão inflacionária, e por um discurso mais cauteloso em relação ao pipeline de projetos . Do lado positivo, a empresa se beneficiou de sua posição líquida de caixa e carteira de crédito, levando o resultado final a superar as estimativas.

O Credit Suisse destaca que ainda há desafios para o setor daqui para frente. “Considerando que ainda vemos um potencial fluxo de notícias negativo para o segmento (taxas hipotecárias, alta concorrência, ambiente de precificação desafiador e alta inflacionária), permanecemos cautelosos e mantemos nossa classificação neutra por enquanto”.

O preço-alvo sugerido é de R$ 24,00.



10h15 – Itaú BBA entende que 1T22 da Oceanpact ([ativo=OCPT3]) foi neutro

O banco, contudo, ainda mantém uma visão positiva sobre a empresa, baseada em seu sólido histórico de conquista e renovação de contratos; e nas perspectivas positivas para o setor de serviços petrolíferos, uma vez que que o segmento upstream de petróleo e gás (exploração, produção e descomissionamento) no Brasil exigirá serviços significativos e embarcações de apoio nos próximos anos.

A classificação da ação é outperform (desempenho acima da média de mercado), com preço-alvo de R$ 9,00.



10h14 – Morgan Stanley vê melhorias consecutivas nos resultados de Cogna (COGN3)

A captação de alunos foi sólida para a Cogna (COGN3) no 1T22, levando a uma receita 5% acima do previsto pelo Morgan Stanley.
Excluindo as vendas de escolas, a receita comparável aumentou +6%, primeiro crescimento em anos, e a margem bruta aumentou o que não ocorria há muitos trimestres, impulsionada pela Vasta, mas parcialmente compensada pela Kroton.

O rating de é underweight (exposição abaixo da média) com preço-alvo de R$ 2,30.



10h11 – Enauta (ENAT3) surfou no bom momento do petróleo, apresentando resultados sólidos, diz o Morgan Stanley

“Apesar do suporte de preços de petróleo mais altos, permanecemos à margem, pois vemos oportunidades de crescimento mais claras em pares onshore no Brasil”, diz o Morgan Stanley, citando a Petroreconcavo (RECV3) e 3R Petroleum (RRRP3).

Os resultados foram bons, apesar de uma produção fraca no trimestre, destaca a análise. Os preços mais altos do petróleo permitiram que a Enauta mais do que compensasse um trimestre mais fraco em termos de produção, entregando um maior Ebitdax, de US$ 85 milhões, com um preço médio de venda de US$ 112,5/bbl. “A empresa dobrou sua campanha em Atlanta com a sanção do sistema de desenvolvimento completo, mas achamos que é improvável que o mercado dê ao projeto todos os benefícios antes de 2024-25”.

A classificação da ação é equal-weight, com preço-alvo de R$ 19,40.



10h10 – CCR (CCRO3): crescimento do Ebitda começa a “ganhar ritmo”, diz BBI

Analistas apontam que o Ebitda ajustado está crescendo com a alavancagem operacional da recuperação do tráfego em rodovias, aeroportos e mobilidade urbana e contribuições do Ebitda das novas concessões. A alavancagem financeira ajustada de 3,3x dívida líquida/EBITDA ​​deve começar a cair após o ramp-up de novas concessões de infraestrutura e a venda da TAS.

O banco mantém classificação outperform para o papel, e preço-alvo de R$ 17 frente a cotação de quinta-feira (12) de R$ 12,29.



10h09 – Rede D’Or (RDOR3): endividamento pesa nos resultados do 1º trimestre, avalia XP

Equipe de análise da corretora considera resultados da empresa como negativos, com lucro líquido de R$ 225 milhões. A receita líquida veio em linha com estimativas, principalmente devido a um aumento de 14% ao ano na capacidade operacional. A margem EBITDA ajustada caiu 3,7 ponto percentual (pp) na mesma base, com as recentes aquisições e o crescimento da vertical de oncologia pressionando as margens.

Além disso, a pressão dos resultados financeiros no lucro líquido está aumentando trimestre após trimestre e pode se tornar um problema à medida que a empresa continua executando sua estratégia de consolidação.

Analistas enxergam a queda de tickets, pressão de margens e alta alavancagem como uma combinação preocupante para os resultados de curto prazo. XP reitera recomendação de compra para Rede D’Or e preço-alvo de R$ 88.



10h07 – MRV (MRVE3) alterou projeções inflacionárias de 4,5% para 7% ao ano

Na apresentação dos resultados do 1T22, a analistas de mercado, nesta sexta (13), a MRV (MRVE3) informou que as projeções inflacionárias de 4,5% ao ano, consideradas em orçamentos anteriores, são “insuficientes”.

Assim, a companhia a atualizou as projeções de INCC (Índice Nacional de Custo de Construção) em seus orçamentos para 7%, resultando na compressão da margem bruta no trimestre, que alcançou a marca de 19,8%.

Segundo a MRV, eventos como o conflito Rússia – Ucrânia e a intensificação da inflação de energia e de commodities foram decisivos para a mudança nas projeções.



10h06 – Ibovespa abre em alta preliminar de 0,34%, aos 106.050 pontos



10h04 – Cogna (COGN3) tem resultados positivos, com destaque para Vasta e Kroton, diz Itaú BBA

Na análise do Itaú BBA, os resultados do 1T22 foram positivamente impactados pelo forte desempenho da Vasta e pela melhor rentabilidade da Kroton.

A receita líquida da Kroton foi novamente fraca, com queda de 5% ao ano, já que o aumento da base de alunos de 12% provavelmente foi compensado por um ticket médio menor.

As margens, entretanto, foram mais do que compensadas pela diluição das despesas de vendas e de marketing – a margem Ebitda ajustada teve alta 4,2 ponto percentual (pp) na base anual. Isso, juntamente com o desempenho positivo da Vasta, resultou em um aumento de 4,8 p.p. ao ano na margem Ebitda ajustada consolidada da Cogna.

A recomendação é de market performance (performance na média do mercado), com preço-alvo de R$ 3,00.



10h01 – Rede D’Or (RDOR3) ainda está amadurecendo a nova base hospitalar, diz Credit Suisse

Para os analistas, a companhia continua a apresentar os efeitos diluidores da rápida expansão: reajustes de planos abaixo da inflação ou negativos, ocupação parcial da capacidade hospitalar e redução de margem apesar da maior escala.

Além desses efeitos naturais de ramp-up, a sazonalidade do trimestre é tipicamente desfavorável e a inflação está pressionando os custos de pessoal. O resultado financeiro impactou negativamente o lucro em R$ 559 milhões devido ao aumento da taxa de juros.

Credit Suisse mantém recomendação neutra e preço-alvo de R$ 54.



10h00 – Randon (RAPT4) registra fortes níveis de margem Ebitda, aponta XP

A Randon divulgou resultados positivos do 1T22, conforme esperado, com EBITDA ajustado de em linha com projeção da XP. Como principal destaque, analistas observam a continuidade do desempenho relativo mais forte da divisão de Autopeças, especialmente a vertical de Veículos Comerciais da Randon, impulsionado por uma perspectiva positiva de demanda por montadoras de veículos pesados ​​no Brasil, com a margem EBITDA em um excelente nível de 17,3%.

XP reitera recomendação de compra para ações da Randon.



9h59 – Americanas (AMER3) deve ter crescimento resiliente no ano, mas BBI não vê reclassificação das ações

O Bradesco BBI aponta que os resultados foram sólidos em uma base operacional, com um bom crescimento de Volume Bruto de Mercadoria (GMV, na sigla em inglês) de e-commerce de 20% (que teria sido maior sem o ataque cibernético) juntamente com uma melhora nas margens.

“O desempenho superior no crescimento do GMV do e-commerce em relação a dois dos três pares da Americanas é prova [do efeito positivo] da diversificação do sortimento, algo que deve ajudar a empresa a manter um crescimento resiliente ao longo do ano como um todo”, avaliam.

Porém, nas atuais condições de mercado, o BBI acha improvável que as ações tenham uma reclassificação no curto prazo (embora pensem que a reação imediata a esses resultados possa ser positiva). Portanto, mantém recomendação neutra, com preço-alvo de R$ 39 para o ativo AMER3, ainda um potencial de valorização de 72% frente o fechamento da véspera.



9h58 – Itaú BBA definiu 1T22 da Wiz ([ativo=WIZS]) como “decente”

“A Wiz mostrou mais uma vez que sua diversificação e novas parcerias podem compensar o impacto negativo causado pelo término do acordo com a Rede Caixa”, destacou o BBA. Por exemplo, a receita bruta caiu 6,6% na base anual, embora a receita bruta da Rede Caixa tenha caído 61%, mesma base, atingindo R$ 61,2 milhões. Sua participação na receita bruta da empresa agora é de 26%, ante 63% no 1T21.

Olhando para as principais operações da empresa, a BMG Corretora apresentou um sólido crescimento. Os prêmios emitidos aumentaram 69% base anual, impulsionados pela expansão do produto Vida, enquanto a vida prestamista diminuiu.

O BBA classifica a ação como outperform (desempenho acima da média de mercado), com preço-alvo de R$ 23,00.



9h56 – CEO da MRV (MRVE3) diz que programa Casa Verde e Amarela “definhou”, e espera correção do governo

Rafael Menin, diretor-presidente da MRV (MRVE3), afirmou que a construtora espera crescer com a falta de oferta no segmento de habitação popular. “Isso será possível já que a maior parte das empresas do segmento deixaram de operar nesse setor, que é muito ruim para o País.”

“O Programa Casa Verde e Amarela definhou nos últimos 3 trimestres. Ele era um programa de aproximadamente 30 mil unidades/mês e passou a ser um programa de 15 mil unidades mês”, disse. Menin espera que o programa volte a performar, conforme o orçamento do começo do ano.

“Esperamos eventual correção na regra do programa nos próximos meses. Esse dois movimentos tem boa segurança da MRV entregar essa margem de novas vendas por volta de 30%”, afirmou.



9h55 – Rede D’Or (RDOR3) reporta resultados fracos no primeiro trimestre, avalia BBI

O lucro líquido ajustado da empresa ficou 3% abaixo das estimativas do BBI, com Ebitda abaixo do esperado sendo parcialmente compensado por menores despesas financeiras e uma alíquota menor de imposto de renda (4% contra 8% esperados pelo BBI) sobre um benefício fiscal de R$ 194 milhões de juros sobre capital próprio.

BBI reitera recomendação neutra para Rede D’Or e preço-alvo de R$ 54.



9h53 – Bradesco BBI vê um bom conjunto de resultados no 1T22 do Burger King (BKBR3)

Especialmente com a margem Ebitda atingindo os níveis do 1T19, impulsionado por uma margem bruta saudável (acima dos níveis de 2019 pelo terceiro trimestre consecutivo). Já o SSS (vendas em mesmas lojas, na sigla em inglês) atingiu os níveis de 2019 no final do trimestre, e o banco espera “ver esse crescimento acelerar no 2T22, até porque deve ser um trimestre “limpo”, sem impactos da pandemia”.

O BBI entende que margens acima do esperado sugerem que a preocupação de que o Burger King possa não conseguir recuperar as margens pré-Covid parece cada vez mais equivocada.

Entretanto, “por enquanto”, o rating neutro e o preço-alvo sugerido de R$ 12,00 permanecem inalterados.



9h52 – Yduqs (YDUQ3) tem trimestre forte, com alta receita, destaca Itaú BBA

O forte resultado do 1T22 da Yduqs (YDUQ3) foi suportado por um crescimento de receita de 10% ao ano, mais uma vez impulsionado pelo desempenho do segmento de cursos premium e digitais, segundo o Itaú BBA.

Os analistas destacam que a margem bruta cresceu 3,2 ponto percentual ao ano, impulsionada principalmente pela diluição dos custos com pessoal. Isso, combinado com a diluição das despesas gerais e administrativas, levou a uma expansão da margem Ebitda ajustada consolidada de 3,6 ponto percentual.

A recomendação é de market perform (performance na média do mercado), com preço-alvo de R$ 23,00.



9h45 – MRV (MRVE3) tem desempenho “muito abaixo do histórico” no programa Casa Verde e Amarela

Na apresentação dos resultados do 1T22 a analistas de mercado, nesta sexta (13), Rafael Menin, diretor-presidente da MRV (MRVE3), disse que a empresa teve “resultado muito abaixo do nosso desempenho histórico no programa Casa Verde e Amarela, que já foi quase 100% de nossa operação, e hoje é 50% de nosso negócio”.

De acordo com o executivo, “o segmento vem entregando margens muito abaixo das margens históricas”. Menin explicou ainda que a MRV teve um desempenho comercial muito forte em 2020, e, no ano seguinte, atingiu um resultado também bom.

“E quando a gente faz a venda, faz o repasse quase que de forma simultânea. Com isso, o preço deixa de ser atualizado e fomos surpreendidos com uma inflação cavalar, não só no Brasil, mas global”, disse. “Isso fez com que os resultados, principalmente das entregas de 2020 e 2021, tivessem um desempenho em relação à margem trágico”, comentou o presidente.

Rafael Menin disse ainda que espera, daqui para frente, a inflação prevista pela companhia esteja capturando eventuais custos futuros.
“A nossa expectativa é ter margem bruta comprimida nos próximos trimestres, mas subindo”, complementou.



9h43 – Yduqs (YDUQ3) diz esperar margem maior em 2022

Em teleconferência de apresentação de resultados, Rossano Marques, CFO da Yduqs, afirmou que os negócios de margem maior vêm tendo crescimento levemente acima da média. Isso deve levar a uma margem geral “um pouco maior” do que em 2021, em cerca de 1 e 2 pontos percentuais.

Segundo balanço da empresa, a margem Ebitda ganhou 4,3 pontos percentuais no primeiro trimestre frente ao mesmo período de 2021, para 33,2%.



9h42 – Americanas (AMER3) tem bons números, mas investidores permanecem céticos com setor, aponta Credit Suisse

A varejista apresentou bons números no 1T22, segundo o banco, com vendas de lojas físicas aceleradas, parcialmente explicadas por bases de comparação menores anualmente devido a restrições parciais impostas pela pandemia, enquanto os canais online tiveram um bom desempenho apesar da desafios enfrentados neste trimestre.

“A Americanas superou nossos números tanto nos canais físico quanto no online. As vendas nas mesmas lojas (SSS) dos primeiros meses do ano foi de 10,3% (180 pontos-base acima da projeção do Credit), reforçando a importância de ter um amplo sortimento”, comentaram. Os analistas do banco lembraram ainda que a companhia sofreu um ataque cibernético, que prejudicou as vendas.

Dito isso, o Credit Suisse permanece cético em relação ao e-commerce, à luz das incertezas no caminho quando se trata de taxas de juros. Os analistas seguem com recomendação outperform (desempenho acima da média do mercado), com preço-alvo de R$ 36, ou potencial de valorização de 59% frente o fechamento de quinta-feira.



9h40 – brMalls (BRML3) registra alta de 16% em sua receita de aluguéis e margem Ebitda chega a 74,5%, destaca XP

A equipe de análise da XP diz que brMalls apresentou resultados mais fortes do que o esperado no 1T22, principalmente devido ao sólido crescimento do aluguel nas mesmas lojas (SSR, na sigla em inglês), atingindo 37,5% vs. 1T19, impulsionado pelo SSR da região centro-oeste em 56,3% vs. 2019. Como resultado, a receita de locação acelerou para R$ 259 milhões, o que significou +15,8% vs. 1T19 e +33,1% na comparação com o ano passado (A/A), impulsionada pela redução de descontos para os lojistas.

Assim, a XP reitera recomendação de compra para BRML3 com preço-alvo de R$ 12,00.



9h34 – Cogna (COGN3) está se recuperando progressivamente, diz Credit Suisse

Os esforços de recuperação, combinados com uma melhor disciplina de caixa, estão valendo a pena para a Cogna (COGN3), destaca o Credit Suisse. O desempenho operacional vem melhorando, o que é essencial para proporcionar conforto nos fluxos de caixa futuros dada a alta alavancagem (4,5x dívida líquida/Ebitda IFRS-16).

“Ainda assim, é importante lembrar que o setor pode sofrer pressões macroeconômicas (renda e inflação). Apesar da entrada de mercadorias, o nível de evasão do 1S22 ainda é desconhecido. Apreciamos que Cogna esteja melhor preparada para os ventos contrários que podem vir pela frente”, afirmam os analistas do Credit Suisse.

O rating é de underperform (desempenho abaixo da média) com preço-alvo de R$ 2,30.



9h33 – Após ajustes abaixo da inflação na pandemia, Yduqs (YDUQ3) diz que busca recomposição de preços

Questionado sobre precificação, Eduardo Parente, CEO da Yduqs afirmou que esta ocorre de forma “granular” de acordo com cada local do país. Ele disse que, na pandemia, a concorrência foi agressiva, com um ambiente de inflação que não foi repassado ao tíquete pelas companhias de educação. Ele disse que agora, com a volta das salas de aula cheias, a empresa e outras do setor buscam a retomada de preços, com “um ambiente mais racional do que no passado”.

Isso vale inclusive para o EAD (ensino a distância), por conta também de “uma compreensão maior do consumidor” do ambiente inflacionário como um todo.



9h29 – CCR (CCRO3): Ebitda supera consenso, apesar do evento pontual, pontua Credit Suisse

A CCR divulgou sólidos resultados do 1T22, com resultados bastante impactados por uma receita não recorrente não caixa referente a extensão do contrato AutoBAn, que é reconhecida como um ativo intangível. Se excluirmos esse impacto pontual, no entanto, a CCR apresentou um EBITDA ajustado 6% acima das estimativas do Credit.

O banco mantém classificação outperform para o papel, e preço-alvo de R$ 17,50 frente a cotação de quinta-feira (12) de R$ 12,29.



9h24 – Credit Suisse sobre o 1T22 do Burger King (BKBR3): “início suculento do que vem pela frente”

Os números vieram positivos,de acordo com a análise, destacando vendas líquidas de R$ 801 milhões, uma alta de 42,4% na base anual, ligeiramente acima das estimativas, ajudado pelo crescimento de SSS (vendas nas mesma lojas, na sigla em inglês) de 21,4%.

“No geral, acreditamos que os resultados devem ser aceitos positivamente pelo mercado, observando uma impressionante recuperação da margem bruta, liderada pelo controle de custos e crescimento da receita líquida”, salienta.

A classificação da ação é outperform (desempenho acima da média de mercado), com preço-alvo de R$ 10,50.



9h18 – XP Política – Vantagem de Lula sobre Bolsonaro é a menor desde julho de 2021 na pesquisa Ipespe

A segunda rodada de maio da pesquisa Ipespe mostra que foi mantida a tendência de crescimento das intenções de voto e da avaliação positiva de Jair Bolsonaro — os dois indicadores oscilaram um ponto para mais em relação ao levantamento da semana passada.

As intenções de voto no presidente oscilaram de 31% para 32% em uma semana — desde janeiro, o crescimento soma oito pontos.

A diferença para Lula, que manteve os 44% do levantamento anterior, caiu para 12 pontos percentuais, a menor registrada desde julho de 2021.

Na sequência, se mantiveram estáveis Ciro Gomes (8%), João Doria (3%), André Janones (2%) e Simone Tebet (1%). Os demais postulantes não pontuaram.

Movimento semelhante acontece na avaliação de governo. Agora são 32% os que dizem que o governo é ótimo ou bom, contra 31% na primeira semana do mês. Os que veem o governo como ruim ou péssimo passaram de 52% para 51%.



9h15 – Americanas (AMER3) apresentou sólido crescimento, mas Morgan Stanley segue com recomendação neutra para ação

O Morgan Stanley destaca que o Volume Bruto de Mercadoria (GMV, na sigla em inglês) da varejista, que teve alta de 22% na base anual, ficou 2 pontos percentuais abaixo da sua projeção, mas 3 pontos acima do consenso.

“Embora o aumento das taxas de juros tenha limitado o resultado, com a companhia tendo prejuízo líquido, no geral vemos um sólido saldo de vendas/margem para a Americanas começando em 2022”, apontam os analistas.

Eles ressaltam que a integração de Americanas continua avançando, com uma rede de distribuição unificada completa e a administração reiterando as metas de sinergia. Desde a combinação das operações em janeiro de 2022, a Americanas concluiu a fusão de dados de clientes, estoque unificado e rede logística, e integrou o backoffice.

“Continuamos acreditando que uma estrutura operacional e holding simplificada é um incremento positivo para a Americanas”, avaliam.

Contudo, levando em conta o cenário competitivo para o e-commerce no Brasil, destacaram seletividade e permanecem com recomendação equalweight (desempenho em linha com a média do mercado, equivalente à neutra), com preço-alvo de R$ 36, ainda um potencial de valorização de 59% frente o fechamento da véspera.



9h12 – Yduqs (YDUQ3) tem forte captação de alunos, mas a preços fracos, destaca Morgan Stanley

O crescimento de 59% a/a na base de novos alunos em campus da Yduqs (YDUQ3) ficou acima das estimativas do Morgan Stanley (+47%), mas com preços 6% abaixo da média.

Enquanto isso, a margem Ebitda ajustada foi positivamente impactada pela redução dos custos de aluguel e pessoal (-19% e -3% respectivamente). E o caixa de SG&A (despesas gerais e administrativas) também contribuiu para a margem Ebitda.

O Morgan Stanley destaca que a situação de balanço da Yduqs é confortável, com uma alavancagem de 1,7x, em boa posição para continuar investindo em transformação digital e M&A (fusões e aquisições) menores.

No setor de educação na América Latina, o Morgan Stanley destaca que prefere players alavancados pelo potencial de recuperação presencial e balanços sólidos, mas também com exposição ao ensino a distância, como a própria Yduqs.

A recomendação é de overweight (pessoa cima da média do portfólio) com preço-alvo de R$ 28.



9h10 – MRV (MRVE3) registra outra queda sequencial de margem, pontua BBI

Analistas destacam que a margem bruta da MRV Brasil de 19,4% ainda segue prejudicada por custos desenfreados. Além disso, o resultado da unidade de negócios core brasileira foi de R$ 26 milhões e representou apenas 31% do resultado consolidado da MRV&Co.

BBI mantém classificação outperform para MRV e preço-alvo de R$ 21,00.



9h07 – Americanas (AMER3) tem resultado operacional sólido no trimestre, aponta Itaú BBA

Números da companhia ficaram acima das projeções dos analistas em termos de receita e rentabilidade. O principal destaque foram os sólidos números de vendas tanto nas lojas físicas quanto nos canais digitais, aliados à expansão da lucratividade em meio a um período desafiador para o e-commerce.

“Conforme visto anteriormente no quarto trimestre de 2021 (4T21), a resiliência da divisão física da Americanas mais uma vez roubou os holofotes, em um momento em que os concorrentes ainda enfrentam condições desafiadoras de demanda”, avaliam os analistas.

O BBA reforçou recomendação outperform (desempenho acima da média) para a ação, com preço-alvo de R$ 40, ou potencial de alta de 76% em relação ao fechamento da véspera.



9h06 – brMalls (BRML3) surfa tendências positivas do segmento de shoppings, diz Credit Suisse

Para analistas, a brMalls apresentou resultados neutros no 1T22, beneficiando-se de vendas mais fortes e redução de descontos em aluguéis. No geral, o P&L refletiu o bom momento do setor e os resultados acompanharam as tendências do setor.

No entanto, o desempenho das vendas foi menos animador do que os pares e, embora positivo, pode sugerir uma expansão mais lenta dos aluguéis e dos resultados daqui para frente. A BRML3 está sendo negociada a um 22E P/FFO de 15x contra 14x da Iguatemi. Portanto, mantém recomendação neutra e preço-alvo de R$ 11,50.



9h05 – MRV (MRVE3) têm margens pressionadas por revisões orçamentárias, aponta Credit Suisse

O time de research do banco comenta que a MRV reportou resultados um pouco fracos, imprimindo uma compressão mais significativa em sua margem bruta e um resultado menos expressivo (11% abaixo do consenso). Embora Credit tenha uma visão positiva da estratégia de diversificação de portfólio da companhia, o banco diz estar cauteloso com a tendência de queda das margens do core business e quanto tempo levaria para um potencial retorno.

O banco mantém classificação neutra para o papel, e preço-alvo de R$ 15 frente a cotação de quinta-feira (12) de R$ 9,71.



9h02 – Ibovespa futuro abre em alta de 0,78%, aos 107.750 pontos

Dólar futuro recua 0,10%, a R$ 5,157.

Curva de juros tem tendência de queda, com as taxa do DI para 2023 caindo dois ponto-base (a 13,38%, bem como a do DI para 2025 (12,50%). O DI para 2027 vê seu rendimento cair um ponto (12,31%) e o DI para 2029 opera estável (12,40%).



8h57 – B3 (B3SA3): Credit vê resultados como neutros a levemente negativos para as ações

O Ebitda ajustado e o lucro líquido recorrente ficaram em linha com as estimativas do Credit Suisse, com receita líquida 6,6% acima das estimativas devido à contribuição da Neoway e receitas mais fortes tanto em ações quanto em derivativos. As despesas tiveram um aumento considerável no 1T22, mesmo excluindo o impacto da Neoway, com aumento em todas as linhas, as despesas com pessoal e processamento de dados foram as principais contribuições.

Credit Suisse mantém classificação outperform para B3 e preço-alvo de R$ 15.



8h54 – Yduqs (YDUQ3) mostra sinais de recuperação, diz Credit Suisse

A companhia registrou ganhos de margem no segmento presencial e crescimento no ensino a distância, reportando um desempenho consistente apesar das pressões do setor. A empresa começa a se beneficiar novamente dos ganhos de escala, segundo o Credit Suisse.
Os analistas destacam que as altas adições de alunos são um bom sinal de recuperação, mas continua o alerta para a possibilidade de uma alta evasão durante o primeiro semestre (pressões macroeconômicas sobre renda e inflação).

Entretanto, o Credit Suisse ressalta que o resultado continuou pressionado (R$ 76 milhões, 6,4% de margem líquida), já que o aumento das taxas de juros fez com que as despesas financeiras crescessem 36,8% a/a.

A recomendação para a Yduqs é de outperform (performance acima da média do mercado) foi mantida, com preço-alvo de R$ 35.



8h52 – Americanas (AMER3) tem resultados sólidos no 1º tri, mas queima de caixa em R$ 1 bilhão, aponta XP

Os analistas da XP destacaram o forte crescimento de receita e melhoria nos níveis de rentabilidade, com o Volume Bruto de Mercadoria (GMV, na sigla em inglês) em alta de 22% na base anual, impulsionados pelo crescimento de 28% em lojas físicas com a reabertura econômica. Já o sortimento focado em produtos de tíquete mais baixo ofereceu resiliência frente ao cenário macroeconômico.

O GMV online cresceu 20% na base anual apesar do ataque cibernético ocorrido em fevereiro, que suspendeu as vendas por 5 dias (a companhia estima que o incidente tenha impactado o crescimento de vendas em 10 pontos percentuais no trimestre).

Quanto à rentabilidade, destacam os analistas, a margem bruta apresentou melhora de 0,4 ponto na base anual, apesar da penetração online estável em 77% do GMV, enquanto a margem Ebitda (Ebitda sobre receita líquida) cresceu 1,8 ponto na base anual, impulsionada pelas sinergias capturadas com a integração entre Lojas Americanas e B2W e pela monetização da Ame Digital.



8h43 – Cogna (COGN3) tem bom 1T22 com retomada de receitas e recuperação de margens, diz BBI

Os números do 1T22 da Cogna (COGN3) ficaram muito em linha com as expectativas do Bradesco BBI (+3% no Ebitda ajustado; lucro líquido ajustado de R$ 8 milhões vs. prejuízo estimado de R$ 6 milhões).

Os analistas destacam o crescimento do Ebitda ajustado na ordem de 24%, excluindo o Sabre no 1T21, impulsionado por uma forte recuperação na Vasta (+112%) e crescimento na Kroton (+9%).

O rating de é underperform (desempenho abaixo da média) com preço-alvo de R$ 2,40.



8h35 – Yduqs (YDUQ3): resultado do 1T22 foi positivo, destaca BBI

Os resultados do 1T22 da Yduqs (YDUQ3) foram positivos na visão do Bradesco BBI, ficando um pouco acima das estimativas (+1% para Ebitda ajustado e +13% para lucro líquido ajustado), com apenas alguns ajustes para itens não recorrentes.

Os analistas observam, no entanto, que esses bons resultados foram auxiliados por menores despesas de marketing (+2,4 p.p. na margem), enquanto para o restante do ano a expectativa é de estabilização das receitas.

A recomendação de outperform (performance acima da média do mercado) foi mantida, com preço-alvo de R$ 23.



8h31 – B3 (B3SA3) reporta números negativos no primeiro trimestre, avalia BBA

Analistas do BBA destacam que as despesas operacionais superaram a projeção para o trimestre, levando a um lucro líquido 6% abaixo das estimativas. Como as despesas estão altas e as receitas não, eles enxergam potencial para uma revisão para baixo das estimativas.

O banco mantém classificação outperform para o papel, e preço-alvo de R$ 19 frente a cotação de quinta-feira (12) de R$ 11,90.



8h22 – Cogna (COGN3) tem um longo caminho a percorrer, mas está na direção certa, diz XP

A Cogna (COGN3) reportou resultados neutros no 1T22, com lucro líquido ajustado de R$ 55 milhões versus a estimativa da XP de prejuízo de R$ 47 milhões. A receita líquida cresceu 6% no ano, em linha com a estimativa, impulsionada pela Vasta, mas atrapalhada pela Kroton. A margem Ebitda ajustada cresceu 3,6 pontos percentuais, para 34,1% (1,5 p.p. acima da estimativa da XP), impulsionada principalmente por um aumento acentuado da margem da Vasta.

“Os resultados parecem indicar que a empresa está recuperando gradativamente sua lucratividade, embora ainda não vejamos sinais positivos suficientes para mudar nossa visão cautelosa em relação às ações”, afirmam os analistas da XP.

A recomendação é neutra com preço-alvo de R$ 3,10.



8h10 – Elon Musk afirma que aquisição do Twitter está “suspensa temporariamente” e ações despencam



7h55 – IMC (MEAL3) registra prejuízo de R$ 40,7 milhões no 1º trimestre, recuo de 26,5% na base anual

O lucro antes juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado atingiu R$ 38 milhões no 1T22, um crescimento de 291% em relação ao mesmo período de 2021.

A receita líquida somou R$ 487,3 milhões no primeiro trimestre de 2022, alta de 51,4% na comparação com igual etapa de 2021.



7h45 – T4F Entretenimento (SHOW3) reverte prejuízo e lucra R$ 6,6 milhões no 1º trimestre

O lucro antes juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado atingiu R$ 21,9 milhões no 1T22, revertendo Ebitda negativo de R$ 12,1 milhões do mesmo período de 2021.

A receita líquida somou R$ 178,1 milhões no primeiro trimestre de 2022, crescimento de 65,9 vezes na comparação com igual etapa de 2021.



7h41 – Criptos hoje: Bitcoin sobe forte e retoma os US$ 30 mil; altcoins têm recuperação com ganhos de até 75%



7h40 – Futuros americanos sinalizam tendência de alta, após dois pregões de quedas

Com perspectiva de alta de juros e inflação ainda elevada nos Estados Unidos, índices, porém, continuam registrando uma semana de queda considerável.

Confira o desempenho dos índices futuros na manhã de hoje:

  • Dow Jones Futuro (EUA), + 0,70%
  • S&P 500 Futuro (EUA), + 1,02%
  • Nasdaq Futuro (EUA), + 1,62%


7h32 – Bolsas europeias avançam, buscando recuperação na semana

As ações europeias avançaram na sexta-feira, com os mercados globais procurando recuperar algum terreno após uma semana difícil. Investidores  continuam de olho nas perspectivas de juros, inflação e crescimento. Ações de bancos puxam as altas na região.

Confira como operam as Bolsas europeias neste momento:

  • FTSE 100 (Reino Unido), + 1,50%
  • DAX (Alemanha), + 1,25%
  • CAC 40 (França), + 1,55%
  • FTSE MIB (Itália), + 1,14%
  • Stoxx 600, + 1,28%


7h20 – Bolsas asiáticas fecham em alta, se recuperando de quedas da véspera

Investidores continuam monitorando as inflações dos países pelo mundo, bem como o crescimento econômico.  As incertezas, porém, mantêm a volatilidade alta, com dias de forte quedas e dias de fortes altas.

  • Shanghai SE (China), +0,96%
  • Nikkei (Japão), +2,64%
  • Hang Seng Index (Hong Kong), +2,68%
  • Kospi (Coreia do Sul), +2,12%


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